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quinta-feira, 28 de julho de 2011

Flamboyant - a Árvore Flamejante

Imagine só uma árvore completamente coberta de flores, ricamente colorida de escarlate! Talvez, por causa desta cor e do tamanho da árvore, que varia de 6 a 12 metros de altura, alguns a chamem de poinciana real. Quando esta árvore floresçe por completo, parece chamejar de flores; daí seu nome flamboyant, acácia rubra ou árvore flamejante. Trata-se de uma das mais lindas árvores florescentes do mundo.


                                

A maior parte do ano o flamboyant não tem folhagem. Mas na primavera os ramos secos, que parecem mortos, tornam a viver e irrompem num manto escarlate. Ao invés de cada flor abrir-se sozinha, as flores formam cachos.

As flores de per si do flamboyant podem medir até 13 centímetros de diâmetro. Cada uma apresenta cinco pétalas, quatro das quais são idênticas na cor e tamanho. A quinta, contudo, parece como o proverbial ‘menor ou mais fraco da ninhada’. Estreita e ligeiramente amarela, esta pétala parece um tanto malformada.
                      
                            
Embora possua notável beleza, o flamboyant tem floração relativamente curta, durando de algumas semanas a dois meses. Depois disso, gradualmente perde as flores substituindo-as por folhas verde-brilhantes, parecidas às da samambaia. Também, por volta desse tempo, ervilhas-verdes pontiagudas, algumas com de 46 a 61 centímetros, aparecem. As pessoas usam as ervilhas secas dessa árvore como combustível. Por fim, as folhas secam e caem, e as ervilhas ficam marrons.



sexta-feira, 11 de março de 2011

Parque Nacional Pendjari

O Parque Nacional Pendjari fica no noroeste do Benin. Um país com formato dum buraco de fechadura, imprensado entre o Togo e a Nigéria, na costa da África Ocidental.



O Parque Nacional Pendjari tem seu nome derivado do rio Pendjari e constitui um das mais procuradas  atrações turísticas do país.


O Parque Pendjari é conhecido pela sua vida selvagem. Ali ali os leões, os elefantes, os macacos, os hipopótamos e outros animais andam livres na savana.



A cidade mais próxima, Natitingou, está situada 45 Km ao sul do parque. A flora do Pendjari é característica do bioma sudanês e uma grande parte da Reserva da Biosfera é constituída de cerrado e savana bosques, florestas abertas, nas savanas e matas de galeria.


Localizar os animais selvagens em seu habitat natural é a experiência mais emocionante no parque. Além disso , a beleza natural do Parque Nacional Pendjari em Benin encanta os turistas.

 


quinta-feira, 2 de setembro de 2010

O vale da morte


EM 1848 foi encontrado ouro perto de Sacramento, Califórnia, EUA. No ano seguinte, cerca de 80 mil caçadores de fortuna já haviam afluído ao Estado na esperança de enriquecer rapidamente. Em 25 de dezembro de 1849, um grupo que fazia parte de uma caravana de cem carroças viajando de Salt Lake City para o oeste entrou no que é agora conhecido como Vale da Morte. Eles esperavam que essa depressão de terra seca, perto da fronteira entre a Califórnia e Nevada, fosse um atalho.
O vale era fresco naquela época do ano, mas o terreno era hostil. O grupo dividiu-se em vários grupos menores, cada um seguindo um caminho diferente. Um deles, que incluía mulheres e crianças, tentou sem sucesso sair do vale pelas montanhas a oeste. Exaustos e com poucos mantimentos, acamparam junto a uma fonte de água próxima do que hoje é Furnace Creek. Depois, mudaram-se para perto de um poço natural que mais tarde ficou conhecido como Bennett’s Well. Desse lugar, William Manly e John Rogers, ambos com 20 anos, partiram para procurar ajuda enquanto os outros permaneceram ali.
Manly e Rogers esperavam chegar à cidade de Los Angeles em poucos dias. Mal sabiam eles que ela ficava a cerca de 300 quilômetros para o sudoeste. Depois de uma caminhada de quase duas semanas, chegaram ao vale de San Fernando, ao norte da cidade. Depois de obter mantimentos ali, iniciaram imediatamente a viagem de retorno.
Chegando ao acampamento, após 25 dias fora, não encontraram nenhum sinal de vida. Depois de Manly disparar uma arma, um homem saiu de debaixo de uma carroça. Manly escreveu mais tarde: “Com os braços bem no alto, ele gritou: ‘Eles voltaram! Os rapazes voltaram!’” Outros apareceram, tão emocionados que não conseguiam falar. Graças a Manly e a Rogers todos sobreviveram, com exceção de um homem que havia deixado o acampamento para sair do vale sozinho. Diz-se que quando os colonizadores estavam partindo, uma mulher olhou para trás e falou: ‘Adeus, vale da morte!’ E assim o lugar ficou conhecido por esse nome.


Com cerca de 225 quilômetros de comprimento e de 8 a 24 quilômetros de largura, o Vale da Morte é o lugar mais seco, mais baixo e mais quente da América do Norte. Em Furnace Creek registrou-se a temperatura do ar de 56,6 °C, e a temperatura do solo chegou a escaldantes 93,8 °C — cerca de 6 graus abaixo do ponto de ebulição da água ao nível do mar.
O atual recorde mundial de 58,0 °C foi registrado na Líbia em 1922. Mas, no que diz respeito à média de temperaturas no verão, o Vale da Morte parece ser o lugar mais quente da Terra.
A precipitação média anual é menos de 5 centímetros, e em alguns anos não chove nada. O terreno mais baixo de todo o Hemisfério Ocidental — 86 metros abaixo do nível do mar — situa-se nesse vale, perto de uma lagoa salgada em Badwater. A apenas 140 quilômetros de distância, fica o monte Whitney com seus 4.418 metros de altura — o ponto mais alto dos Estados Unidos, fora o Alasca.


O Vale da Morte foi declarado patrimônio nacional em 1933. Sua área se expandiu gradualmente até atingir 1,3 milhão de hectares. Em 1994, essa área tornou-se o Parque Nacional do Vale da Morte — o maior parque nacional dos Estados Unidos continentais.


Até seria compreensível pensar que não há vida no Vale da Morte. No entanto, centenas de espécies de animais vivem ali ou aparecem de vez em quando.
De todas essas criaturas, as mais resistentes são os ratos-canguru. Eles podem viver a vida toda sem ingerir nenhuma gota de água. Uma obra de referência diz que “toda a água de que precisam para sobreviver pode ser metabolizada no seu corpo a partir do amido e da gordura das sementes secas que comem”. E seus rins podem concentrar a urina até cinco vezes mais do que os rins humanos. Esses pequenos roedores e escavadores procuram comida à noite, escapando assim do calor intenso do dia.




Vez por outra, o Vale da Morte produz um deslumbrante espetáculo de flores silvestres. Isso acontece quando incontáveis sementes que permanecem latentes no solo — às vezes por décadas — germinam graças a uma combinação perfeita de chuva e temperatura



Mas durante o inverno de 2004/2005, o Vale da Morte teve a maior precipitação de que há registro — mais de três vezes acima do normal. O resultado foi uma explosão de mais de 50 tipos de flores silvestres, incluindo esporas, lilases, orquídeas, papoulas, prímulas, girassóis e verbenas. Um visitante disse que o vale estava tão perfumado como uma floricultura. Naturalmente, flores atraem abelhas e outros insetos. Assim, quando o Vale da Morte floresce, também se ouve o zunido de incontáveis asas pequenas.


quarta-feira, 23 de junho de 2010

Banana - saudável e saborosa

Muitos estudos já comprovaram os benefícios da banana. Por incrível que pareça, ela é recomendada para quem quer emagrecer e também para quem quer engordar. Assim como ela ajuda a curar a prisão de ventre bem como a diarréia. Ela é recomendada para quem sofre de doenças dos rins e para os diabéticos. E também para pressão arterial, insônia e até para depressão.


Além de ser saudável a banana é saborosa. Quando Disraeli, primeiroi-ministro da Grã-Bretanha, em viagem ao Cairo, no Egito, em 1831, provou pela primeira vez uma banana, exclamou: “A coisa mais deliciosa do mundo!”
Talvez você ache que não é pra tanto, mas se você a aprecia poderá plantar uma bananeira no quintal de sua casa. Para isso terá que abrir um buraco de 30 cm de profundidade e plantar nele brotos cortados do caule subterrâneo de plantas adultas. Depois de três a quatro semanas, os rebentos verdes aparecem, e folhas bem enroladas brotam e se abrem conforme vão crescendo. As bananeiras crescem bem rápido, cerca de 3 centímetros por dia. Depois de dez meses, o pé atinge seu tamanho máximo e lembra uma palmeira, com 3 a 6 metros de altura.


Quando o pé está plenamente desenvolvido, um grande botão com folhinhas roxas começa a crescer de folhas que se enrolam para formar um maço. Daí, brotam pencas de pequenas flores. O pé só dá um cacho de banana, que pesa de 30 a 50 quilos e tem entre 9 e 16 pencas de bananas. Cada penca produz de 10 a 20 bananas.




Lembrando que a bananeira se dá melhor em lugares de clima quente e úmido e gosta de solo rico, do tipo marga silicosa, com boa drenagem. Para o melhor crescimento, a temperatura não deve ficar em menos de 20 graus Celsius por períodos prolongados. Mais detalhes poderá encontrar neste site agrobyte.com.br.



Se você observar uma bananeira verá que ela não tem tronco nem galhos. Portanto não é uma árvore, mas é planta herbácea, cujo caule principal se compõe de bainhas de folhas.
O brasil é o segundo maior produtor de bananas perdendo apenas para a Índia. Após o Brasil aparecem a China e o Equador.


As bananas têm alta dose de vitaminas A, B e C. Realmente, segundo certas autoridades, contêm tanta vitamina C que, no caso de criancinhas, as bananas poderão ser muitas vezes a fonte principal desta vitamina. Quanto aos minerais, as bananas contêm notável quantidade de cálcio, cobre, ferro, magnésio, fósforo e enxofre. As bananas têm também o poder de ajudar a regenerar a hemoglobina nos glóbulos vermelhos do sangue.




sexta-feira, 28 de maio de 2010

Cacto Saguaro - reservatório vivo de água

Os meses sem chuvas no deserto não são problema para essa planta. Isso porque o cacto saguaro pode armazenar grande quantidade de água. Nas raras vezes que chove no deserto esse cacto pode absorver tanta água que pode viver e continuar dando fruto e flores por um ano ou até mais. E, quando está cheio, pode pesar cinco ou mais toneladas. É um verdadeiro reservatório vivo de água





Mas como o saguaro consegue sugar tanta água? A resposta está na sua raiz. Ao invés de ter uma grande raiz principal que não poderia sobreviver nas areias do deserto, ele possui longas raízes perto da superfície. Essas raízes se espalham por todas as direções de seu tronco principal. Quando chove as raízes não perdem tempo. Assim que a água toca a areia é absorvida. Além disso, sua casca contém estrias que se expandem como um acordeão quando absorve a água. Dentro da casca bem vedada, há um material esponjoso que absorve a água sugada pela raiz.




Tão impressionante como a capacidade do cacto saguaro de absorver água é o seu tamanho. Alguns espécimes chegaram a atingir a altura de quinze metros ou mais. E eles têm vida longa. Alguns atingem a idade de mais de 200 anos.



Os cactos saguaro podem ser vistos no deserto Sonoran, na região sudoeste dos Estados Unidos, em especial na área que é conhecida como Monumento Nacional ao Saguaro.




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